quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

14:45

5 dicas essenciais para cuidar do bebê recém-nascido

Cuidar do seu bebê traz diversos aspectos importantes que devem ser considerados, principalmente para os novos pais.

Bebê sentada na grama com o ursinho

Muitos pais não sabem qual é a melhor alimentação, se precisam dar banho todo dia ou escovar os dentes de um recém-nascido.

Há muitas coisas que você precisa garantir para que o seu bebê receba toda a atenção. Por isso, hoje vamos dar 5 dicas importantes para manter em mente na hora de cuidar do seu recém-nascido:

1 – Alimentação


Decidir se vai amamentar ou dar a mamadeira para o seu bebê pode depender de uma decisão pessoal e também do que o médico recomenda.

No entanto, a amamentação segue sendo a melhor forma de alimentar o recém-nascido. Além disso, diversos benefícios podem ser obtidos com isso.

Não importa se está amamentando ou usando a fórmula, os bebês recém-nascidos devem ser alimentados a cada uma ou três horas, assim, comem de 8 a 12 vezes por dia.

2 - Não se esqueça da Higienização bucal


Muitos pais de primeira viagem esquecem da importância dos cuidados bucais para a criança e as dúvidas surgem principalmente por não saberem quando começar a escovar os dentes do bebê.

Enquanto a criança ainda não apresentar dentes, a higienização pode ser mantendo uma limpeza com uma toalha úmida nas gengivas.

Não se preocupe em procurar creme dental nessa fase, já que apenas a limpeza com a água deve ajudar.

Assim que os dentes começarem a surgir, novos cuidados podem ser necessários com a introdução de escova de dente, creme dental para uma limpeza mais profunda.

3 – Hora de dormir


A hora de dormir é muito importante para o bebê já que tem um efeito direto no crescimento físico e mental.

Por isso, os bebês recém-nascidos irão dormir entre 17 e 18 horas. Os pais precisam conhecer o ciclo do sono das crianças e entender que podem ser irregulares.

Bebês que tenham menos de um ano devem ser colocados para dormir de costas, sem cobertores, lençóis soltos ou brinquedos por perto.

Nunca coloque a criança para dormir com a barriga para baixo ou de lado, principalmente porque dormindo de costas, diminui-se os riscos de morte súbita infantil.

4 – Jeito certo de dar banho


Bebês recém-nascidos não vão precisar tomar banho todos os dias. Duas vezes ou três vezes durante a semana é o suficiente.

Os banhos devem ser realizados com uma esponja, sendo fundamental para o começo. O banho de banheira da criança só pode ser feito quando o cordão umbilical cair, evitando infecção.

Limpe todos os dias a criança ao redor da boca, virilha, pescoço, basicamente, qualquer lugar que esteja sujo e isso já vai ser o suficiente.


5 – Cuidados de pele com a criança


Os bebês recém-nascidos tem uma pele delicada e macia. Por conta disso, é importante utilizar produtos especializados para crianças.

Antes de comprar qualquer produto que tenha um bebê na embalagem, consulte o seu pediatra para obter recomendações.

Boa parte dos bebês apresenta erupções cutâneas de vez em quando e isso é super normal. No entanto, se houver febre ou irritação, procure um médico imediatamente.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

11:56

Confira quais são os melhores jogos educativos para as crianças

Os jogos educativos online podem ajudar as crianças a desenvolver e aprender novas habilidades. Existe uma série de novas empresas que estão buscando por inovação e oferecendo esses serviços em seu catálogo. 

Jogos educativos

Defina um tempo de uso antes de entregar um dispositivo com jogos educativos para as crianças, para ter certeza que eles estão aprendendo com algo e não se sintam sobrecarregados por muito tempo. Pense nessas opções como jogos divertidos que também oferecem algum aprendizado às crianças, mas de uma maneira que eles não vão notar. 

Quais são os melhores jogos educativos?


Existe um grande valor dentro dos jogos educativos, além das opções off-line, que podem garantir o aprendizado das crianças. Também são ótimas opções para as crianças que não gostam muito das atividades escolares tradicionais, mas que não saem da frente de um dispositivo eletrônico.

Khan Academy Kids: jogos e livros educativos


Cinco personagens animais vão guiar as crianças dentro de centenas de jogos educativos, lições e histórias examinadas por especialistas da educação infantil. Caso o seu filho precise aprender como escrever o nome, fazer medições ou até contar regressivamente, existe uma opção na “biblioteca” bastante organizada com essas opções. Aqueles que estão iniciando a ler também vão encontrar um volume grande de e-books.
 

Creche da Lagarta Comilona


Este aplicativo apresenta personagens de livros literários, assim como instruções claras e jogos educativos. Muitas dessas atividades se concentram em matemática ou leitura, mas as técnicas de relaxamento, como usar o urso marrom para estimular uma respiração constante, são úteis. 

BrainPOP Jr. Movie of the Week


Após assistir alguns dos vídeos animados de três a cinco minutos sobre pessoas, lugares ou conceitos famosos, você vai perceber que esqueceu de muita coisa da terceira série. Esses filmes são muito bem feitos. O aplicativo online garante o aprendizado dos pequenos, além de incentivar o conhecimento em línguas estrangeiras. 

Moose Math por Duck Duck Moose


Esse é um dos jogos educativos que estimulam as crianças a continuar aprendendo e jogando, pois possui um sistema de recompensa. Os níveis também são pensados para que sejam expandidos. A indicação é para crianças de 3 a 7 anos de idade. 

Number Run


Essa é uma versão inteligente do jogo Temple Run. Ele ajuda as crianças a dominar os exercícios matemáticos que avançam da adição de um dígito à divisão. Em cada um dos 50 níveis desse jogo, eles precisam resolver os problemas rapidamente para que o seu personagem consiga pular os penhascos e desviar de monstros. O destino final é um baú de tesouro. Indicado para crianças de 6 ou mais de idade. 

DragonBox Numbers


Focando no senso numérico ao invés da memorização, um dos melhores recursos desse jogo é o seu modo de quebra-cabeça. Nele, as crianças arrastam caracteres de vários tamanhos, que representam números diferentes, em um dos espaços para completar uma imagem. Também é possível alimentar os seus personagens para ver se os números crescem ou encolhem.

Read Along by Google: A fun reading app (acesso antecipado)


Felizmente, com os avanços no reconhecimento de fala, este aplicativo pode dizer em quais palavras as crianças estão tendo dificuldade para ler. Um serviço com mais de 500 histórias globais. Ele sublinha para as crianças uma palavra que foi ignorada e premia com estrelas as que foram ditas corretamente.

As crianças podem clicar sobre as palavras que não conhecem e um “companheiro de leitura” o ajudará.
 

Starfall ABCs


Starfall é um dos jogos educativos que ensina as crianças a ler, escrever, falar e realizar funções básicas de matemática por meio de jogos divertidos, online e interativos. Este aplicativo é gratuito e oferece artes na linguagem, leitura e compreensão na escrita e matemática para as crianças que estão no jardim de infância. Seu programa de associação é bastante barato e eles oferecem algum conteúdo gratuito.

Roblox


Roblox é uma enorme plataforma de jogos educativos, com milhões de usuários ao redor do mundo. Todos os jogos aqui são construídos pela comunidade, para a comunidade.

Os usuários podem projetar e codificar seus próprios jogos 3D para compartilhar com seus amigos ou explorar os milhares de conteúdo gerado por usuários disponíveis. É uma ótima plataforma que, graças à sua própria natureza, ensina a codificação Roblox.

ScratchJr


Você provavelmente terá que ajudar seu filho a ler as instruções no início, mas logo ele aprenderá a arrastar e soltar pedaços de scripts de programação. A natureza do aplicativo é aberta, permitindo que as crianças criem suas próprias histórias animadas. 

Play and Learn Science


Crianças em idade pré-escolar podem jogar jogos que exploram o que acontece com a água quando ela flui sobre e através de objetos de diferentes formas e tamanhos.

O que tem no Espaço?


Com atividades para várias idades, este é um aplicativo que os irmãos podem compartilhar. Os mais novos podem construir foguetes e vestir astronautas. Enquanto as crianças mais velhas podem conectar os pontos para formar constelações e ver como o céu muda entre os hemisférios norte e sul.

sábado, 23 de janeiro de 2021

15:53

Adoção: Estágios de convivência

Neste artigo da série sobre adoção, vamos abordar o período do estágio de convivência, no qual algumas expectativas são frustradas em razão de muitos adotantes devolverem os adotados. 

Características do estágio de convivência


“Adotar é um desafio porque relacionar-se é sempre um desafio. Temos que acolher, aceitar o outro em sua integridade, com sua beleza e originalidade mas também com suas dificuldades e limitações” (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, 2014).

ADOÇÃO ESTÁGIOS DE CONVIVÊNCIA

O estágio de convivência é “o período de avaliação da nova família que deve ser acompanhado pela equipe técnica do juízo, com o intuito de verificar-se quanto à adaptação recíproca entre adotando e adotante” (VARGAS, 2018, p.279). É importante tanto para o adotante como para o adotado, pois só com a convivência diária se tem profundidade do acolhimento, do amor, da responsabilidade, ou seja, de ser família.

Contudo, em alguns casos, no estágio de convivência identifica-se a inaptidão do adotante para exercer a paternidade ou maternidade. Caso isso ocorra, é necessário que a equipe técnica interprofissional acompanhe com mais atenção dando todo o suporte para que se identifique e trate o problema de maneira correta. Se após os pareceres técnicos verificarem que ainda não é possível que aquela família tenha condições em todos aspectos para acolher o adotando, a adoção não ocorrerá.

Caso não ocorra a adoção, a criança será devolvida ao abrigo, o que pode causar alguns traumas para a criança, como por exemplo, o sentimento de rejeição. No que concerne ao adotante, este poderá continuar no cadastro de adoção se não tiver havido o trânsito em julgado, na forma do art. 197-E, §5º do ECA.

Nesse sentido, o julgado abaixo traz uma apelação que analisa a exclusão do adotante do cadastro de adoção após a devolução da criança durante o período do estágio de convivência. O recurso foi acolhido e provido e a sentença foi reformada com base no artigo supramencionado, uma vez que a devolução ocorreu antes do trânsito em julgado.

APELAÇÃO CÍVEL. HABILITAÇÃO PARA ADOÇÃO. SENTENÇA DESCONSTITUÍDA. REAVALIAÇÃO DOS CANDIDATOS. Fundamento da sentença inadequado, tendo em vista que o artigo 197-E, § 5º do ECA, expressa que os habilitandos devem ser excluídos do cadastro nacional de adoção, bem como vedada nova inclusão, quando houver desistência dos adotantes ou devolução da criança/adolescente, depois do trânsito em julgado do processo de adoção, o que não ocorreu no caso concreto. Sentença desconstituída. Reavaliação. Apelação provida. (Apelação Cível Nº 70078440443, Oitava Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: José Antônio Daltoe Cezar, Julgado em 12/06/2019).

Sobre este caso concreto, é importante destacar que o casal tinha intuito de adotar duas crianças entre 03 e 06 anos de idade. Assim, foi acolhida uma criança de 04 anos, todavia não houve adaptação da mesma, ocorrendo, assim, a sua devolução. Como esta ocorreu antes do trânsito em julgado o casal tinha o direito de continuar na fila do cadastro de adoção.

Vale trazer uma parte do relatório interprofissional transcrito pelo Desembargador José Antônio Daltoé Cezar, ao mencionar o motivo da não adaptação da criança.

Decorridos 04 (quatro) meses, o casal se mostrou incapaz de atender as necessidades do menino, apresentando manejo inadequado às condições do adotando. O relatório explanou que não houve receptividade do casal em relação à criança, levando o processo de adoção ao fracasso, culminando com o retorno do infante para o acolhimento. O laudo técnico indicou, ainda, que a adotante tinha mais preocupação com o próprio sofrimento do que com a condição da criança que havia retornado para o abrigo, referindo a necessidade de reavaliação para análise das reais condições do casal receber uma criança em sua família.

Outro ponto importante é em relação ao tempo necessário do estágio de convivência, pois não há um tempo exato, fixo, o tempo varia de acordo com o caso concreto e a necessidade de adaptação do adotando e adotante, conforme o art. 46 do ECA, já destacado. De acordo com MACIEL (2018, p.280) “é cedo para avaliar se a fixação de um prazo para a duração do estágio de convivência é uma boa medida, mas por certo isso tornará mais célere a conclusão do processo de adoção, que, em verdade, é o que se busca com esta alteração”.

Ainda, segundo MACIEL (2018, p.280) “cabe ao juiz fixar o prazo de duração do estágio de convivência, podendo dispensá-lo na hipótese de o adotando já estiver na companhia do adotante”. Essa hipótese só se configura caso haja um vínculo comprovadamente entre o adotante e o adotando, que, até então estava sob guarda ou tutela.

Algumas críticas são tecidas no que concerne à mudança da legislação em relação ao período de convivência pela Lei nº 12.010/2009, tais críticas referem- se a tutela que cuida das pessoas que possui a guarda de fato de uma criança ou adolescente, pois nesse caso a lei não dispensa o estágio de convivência.

Por isso, MACIEL (2018) menciona que o legislador teve receio em deixar com os pais biológicos a decisão de colocar o filho em uma família substituta, pois, assim, poderia acarretar em uma entrega direta. Para a autora, não se pode imaginar que toda a entrega tem segundas intenções, que a família biológica esteja agindo de má-fé, temos que pensar que a má-fé é uma exceção, sendo a boa-fé uma regra.

Contrapondo a decisão, a título ilustrativo, trazemos um caso concreto que foi objeto de pesquisa. Através desse caso, analisaremos o contexto social que envolve o período que antecede à adoção, ou seja, o estágio de convivência.

A criança permaneceu abrigada desde o seu nascimento, todavia, aos 09 anos de idade surgiu oportunidade de uma adoção internacional. Jéssica (nome fictício) tinha um comportamento muito difícil e desafiador. Durante um período teve acompanhamento de uma equipe técnica de uma determinada universidade, onde foi constatado que a criança tinha problemas como déficit cognitivo, não sabendo informar, por exemplo, os dias da semana, bem como a data do seu aniversário. Em alguns encontros com o psicólogo, Jéssica realizou alguns desenhos que demonstram ser um modelo idealizado de família. Insta salientar que não se sabe muito bem a história de Jéssica, mas que ela possui várias versões, incluindo as diversas idades que tinha ao ser separada da sua genitora. De acordo com ALVARENGA; BITTENCOURT (2018, p.46) “a ausência de informações sobre a filiação remeteu à representação de um mundo fantástico”. Um casal resolveu adotar a criança, entretanto, após algumas semanas de estágio de convivência, Jéssica acabou empurrando a mulher. Após reiterados fatos desastrosos, os requerentes ainda solicitaram a prorrogação do prazo para que pudessem ser analisadas as possibilidades, todavia, de acordo com a equipe técnica a rejeição mútua era visível, o que ocasionou na interrupção e o retorno de Jéssica ao abrigo.

Nesse caso houve sentimento de perda por parte da criança, por parte do casal, bem como pela equipe técnica que acompanhava o caso de Jéssica, pois a expectativa para que desse certo era muito grande, tendo em vista as diversas tentativas infrutíferas de adoção de Jéssica.

Assim, feitas as abordagens sobre o estágio de convivência, também se faz necessária uma análise sobre a devolução da criança e do adolescente.

A devolução da criança e do adolescente ao abrigo e o sentimento de rejeição


A devolução da criança e do adolescente ao abrigo se dá quando não há adaptação no período de convivência. Contudo, muitas vezes o que acompanha essa devolução é o sentimento de rejeição. Assim, a devolução traz vários prejuízos, principalmente para o adotando, tendo em vista que o mesmo já foi rejeitado pela família natural.

Desta forma, de acordo com CRUZ (2014, p. 20):

A criança abandonada possui no seu interior o sentimento de abandono, por isso, não se pode permitir que a mesma volte a reviver tudo isso, devendo o adotante ser responsabilizado pela devolução por inadaptação, quando essa adaptação for de sua irresponsabilidade.

Nesse sentido, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina/SC julgou procedente a indenização a fim de reparar os danos morais e materiais sofridos por uma criança após a sua devolução, conforme veremos a seguir:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. Ação de indenização aforada pelo Ministério Público. Alimentos ressarcitórios. Devolução de infante adotando durante estágio de convivência. Indenização plausível desde que constatada culpa dos adotantes e dano ao adotando. Circunstâncias presentes na hipótese. Criança com 9 anos de idade à época dos fatos. Pais biológicos destituídos do poder familiar em 2016. Guarda provisória deferida ao agravante em outubro do mesmo ano. Agravante decidido a prosseguir com a adoção mesmo após recente divórcio. Início da aproximação promissor. Formação de vínculo entre adotante e adotando e inserção no seio familiar. Mudança de cenário após início de novo relacionamento. Rejeição pela nova companheira. Alteração na postura do agravante. Infante que passou a ser excluído e negligenciado e já sequer residia com o agravante. Imputação da culpa pelo insucesso da adoção e problemas pessoais ao infante. Devolução do menino à instituição de acolhimento após quase 1 ano de convivência. Infante atualmente com 11 anos de idade. Frustração e possível trauma psicológico decorrentes da rejeição. Diminuição das chances de ser adotado em virtude da idade atual e estigma de "criança devolvida". Alimentos ressarcitórios provisórios devidos para custear tratamentos psicológicos e demais que se façam necessários. Quantum. Interlocutório que arbitrou os alimentos no valor de 4 salários mínimos. Quantia que, embora compatível com as possibilidades do agravante, revela-se excessiva aos potenciais gastos e necessidades do infante. Redução, por ora, para 2 salários mínimos, sem prejuízo de ulterior adequação do montante e/ou fixação de indenização a fim de reparar os danos morais e materiais que venham a ser comprovados. Decisão reformada. Recurso parcialmente provido. "A intenção de adoção exige cautela na aproximação das partes, e durante o estágio de convivência que precede a adoção para adaptação da criança/adolescente à família substituta, uma vez que filhos não são mercadoria, sejam eles biológicos ou não, cabendo aos seus guardiões o dever de assistir, criar e educar, proporcionando-lhes conforto material e moral, além de zelar pela sua segurança, dentre outras obrigações. A devolução injustificada do menor/adolescente durante o estágio de convivência acarreta danos psíquicos que devem ser reparados." TJSC, AGRAVO DE INSTRUMENTO N. 2014.014000-8, de Araranguá, rel. Des. Saul Steil, com votos vencedores deste Relator e do Exmo. Des. Fernando Carioni, Terceira Câmara de Direit o Civil, j. 16- 12-2014) - Grifo nosso.

Observa-se que a criança ficou um período considerável com o adotante, desse modo, ao ser devolvida além de todos os danos psicológicos sofridos, também foram diminuídas as chances de adoção, tendo em vista que crianças maiores são consideradas preteridas. Assim, a adoção tem um grau maior de dificuldade, uma vez que muitos pretendentes procuraram por crianças menores.

Assim, MACIEL (2018, p.282) leciona que:

Quando ocorre a devolução do adotando, após longo decurso de tempo, sem motivo justo está sendo cometida grande violência contra aquele que está sendo rejeitado mais uma vez (sendo a primeira por sua família natural), ocorrendo abuso do direito por parte dos adotantes, que não estão lidando com uma coisa que não tem mais utilidade, mas com uma pessoa, detentora de sentimentos expectativas. A devolução destrói o amor próprio do adotando. (2018, p.282).

Houve a violação do direito fundamental do adotante à convivência familiar. A devolução do adotando no curso do estágio de convivência é considerado na visão MACIEL (2018, p.282) “uma violência contra a criança ou adolescente abrigado”. Os pretendentes cometeram um ato ilícito e, portanto, devem ser responsabilizados. O que foi de encontro com o julgado, tendo em vista que o Desembargador determinou a condenação em 2 salários para que fossem custeados os tratamentos psicológicos, bem como os alimentos.

O tratamento psicológico é de suma importância nessa etapa, uma vez que após a devolução da criança ou do adolescente ao abrigo, cria-se um sentimento de rejeição, e muitas vezes a criança pensa que não será mais adotada e que o abrigo já faz parte de si.

Nesse diapasão, uma pesquisa desenvolvida por Rilma Bento abordou um caso de uma criança de cinco anos de idade que merece atenção. A criança foi abrigada quando tinha cinco meses de vida, devido à situação de negligência materna que a cercava. Durante esse tempo, essa criança passou por 3 abrigos, e por duas tentativas de recolocação familiar, o que ocasionou diversas experiências negativas, contribuindo para um comportamento de negação quanto à possibilidade de vinculação a qualquer pessoa que não seja do próprio abrigo. Tais atitudes ocasionaram a necessidade de a criança passar por atendimentos terapêuticos. Além dela, o casal que tinha interesse em adotá-la também começou a realizar os atendimentos a fim de saber lidar com todo aquele contexto. Após diversas sessões com os profissionais terapêuticos, houve um período de estágio de convivência, com a concessão da guarda provisória, e após o 14º mês houve a adoção com a guarda definitiva.

De acordo com a pesquisa, o início do tratamento foi marcado por atitudes hostis por parte da criança em relação à terapeuta, contudo após a realização de algumas sessões a criança foi evoluindo e ganhando um pouco mais de confiança. Insta salientar que, sempre que a criança ia para a sessão, ela queria uma garantia que iria voltar para o abrigo no mesmo horário, o que sempre era respeitado pela equipe.

Desta forma, a criança começou a estabelecer confiança na relação e aos poucos ela foi suavizando e esquecendo os medos e seus traumas. Em relato a criança verbalizou para os seus pais “Antes de vir aqui, eu tinha um medo desse tamanho” – e os abraçou, “agora eu tenho um medo assim pequenininho”.

Desse modo, conforme leciona BAWLBY (1988, apud BENTO,2008, p.212) fora importante entender a recusa inicial da reinserção familiar, pois a criança ficou um bom tempo longe da mãe natural, sendo que as tentativas de reinserir em famílias substitutas contribuíram para desenvolver o sentimento de privação afetiva. Por isso, é muito importante que se tenha responsabilidade ao reinserir uma criança ou adolescente em uma família, pois, caso a tentativa seja infrutífera, poderá desenvolver diversas reações negativas na criança ou no adolescente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVARENGA, Lídia Levy; BITTENCOURT, Maria Inês de Freitas. A dedicada Construção de um vínculo de filiação: o papel do psicólogo em processos de adoção, 2013. Disponível em:<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679- 494X2013000100005>. Acesso em: 20 nov. 2019.

CRUZ. Sabrina D’Avila. A frustração do reabandono: uma nova ótica acerca da devolução em processos de adoção. Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro, 2014. Disponível em:<http://www.emerj.tjrj.jus.br/paginas/trabalhos_conclusao/1semestre2014/trabalh os_12014/SabrinaDAviladaCruz.pdf>. Acesso em: 20 nov. 2019.

MACIEL, Kátia Regina Ferreira Lobo Andrade. Curso de Direito da Criança e do Adolescente: aspectos teóricos e práticos. 11ª. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2018.

VARGAS, Marlizete Maldonado. Adoção Tardia: da família sonhada à família possível. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1998. E-book.

Outras referências:

1-Lídia Levy de Alvarenga e Maria Inês de Freitas Bittencourt “A delicada construção de um vínculo de filiação: o papel do psicólogo em processos de adoção”. Disponível em:<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1679-494X2013000100005>. Acesso em: 20 nov. 2019.
2-BENTO, Rilma. Família substituta: uma proposta de intervenção clínica na adoção Tardia. Disponível em:< http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516- 36872008000200016>. Acesso em: 20 nov. 2019.

Autora: LEICIMAR DA CONSOLAÇÃO MORAIS

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

14:16

Como aliviar dor na mama na amamentação?

Saiba quais são as principais causas e como lidar com as dores nos seios durante a amamentação

A amamentação é uma etapa primordial para o desenvolvimento do bebê. O leite materno possui diversas propriedades e características que promovem o crescimento do bebê e auxilia no desenvolvimento do seu sistema imune. 

Amamentação

Apesar de ser um período importante, algumas mães possuem dificuldades, principalmente relacionadas a dores e desconfortos durante esse processo.

Principais causas dos desconfortos durante a amamentação


Existem diversas coisas que podem ocasionar dores e ou desconfortos durante a amamentação. Confira aqui quais são as principais causas que podem levar à dificuldades durante a amamentação.

Aumento da sensibilidade nos seios


Na gravidez, o corpo da mulher sofre diversas modificações, sendo elas hormonais ou físicas. Uma das principais alterações é o crescimento dos seios, sendo normal que eles fiquem mais sensíveis. Após o parto e início do aleitamento materno, essa sensibilidade pode aumentar, favorecendo ainda mais o aparecimento de fissuras, mastite e dores nessa região.

Surgimento de fissuras


Como a amamentação é um processo novo para o corpo, principalmente para as mães de primeira viagem, é normal que a pele no mamilo e auréolas fiquem mais sensíveis. Dessa forma, a fricção realizada pelo bebê enquanto suga o leite favorece o aparecimento de rachaduras nos seios.

Mastite


Mastite é uma condição clínica ocasionada pela inflamação das glândulas mamárias, que pode ser acompanhada ou não de uma infecção por microrganismos.

São vários os motivos que podem levar à mastite, mas os principais são:

  • Rachadura nos seios: os machucados nessa região favorecem a entrada de microrganismos nas região que pode gerar um quadro infeccioso.
  • Produção excessiva de leite ou esvaziamento inadequado das mamas: essas duas condições caracterizam a chamada estase láctea, ou seja, há um acúmulo de leite nos seios. Isso pode levar tanto ao “empedramento” do leite ou ainda ao aparecimento de mastite.
  • Mamadas em horários regulares: isso favorece o acúmulo de leite que propicia o desenvolvimento de reação inflamatória nos seios. 

Estratégias de alívio de dor


Existem algumas coisas que podem te auxiliar no controle da dor. Vamos listar algumas abaixo.

Uso de compressa de hidrogel


As compressas de hidrogel são ferramentas excelentes que podem ser usadas para evitar as dores nos seios. Elas possuem diversos benefícios, sendo os principais:

  • Proteção aos mamilos sensíveis
  • Promove a regeneração do seio em caso de rachaduras
  • Previne o surgimento de novas feridas

Fazer o esvaziamento correto do peito


O esvaziamento insuficiente ou inadequado do peito é uma das causas comuns para o surgimento dos incômodos. Por isso, é importante que você estimule o seu bebê a mamar ou então que você faça o esvaziamento do seio com o uso de bombinhas manuais ou elétricas.

Além disso, é importante que o bebê seja amamentado várias vezes ao dia e em horários distintos, para evitar o acúmulo de leite e inchaço nos seios.

Vale lembrar que nos primeiros meses de vida, o ideal é que seja feita a mamada por livre demanda, sem estipular horários fixos para amamentação. 
 

Pega correta durante a amamentação


Verificar se o bebê está fazendo a pega correta é essencial, pois esse é um dos motivos que podem levar ao surgimento de fissuras e aumento da sensibilidade no mamilo.

O correto é que o bebê segure o mamilo e parte da auréola fazendo “boca de peixinho” (com os lábios voltados para fora). Assim, ele consegue sugar o leite de forma correta sem precisar fazer muita força e fricção, evitando as dores.

Se você tem dúvidas sobre amamentação, conte com a Baby Central. Além de oferecermos diversos produtos úteis, também oferecemos o serviço de Consultoria de Amamentação, que tem a finalidade de orientar as mães durante o aleitamento.

Cremes ou pomadas para alívio de dor


O uso de cremes ou pomadas é uma estratégia muito útil para ajudar no controle dos incômodos durante a amamentação. Porém, não é qualquer produto que pode ser utilizado nessa região, pois podem fazer mal para o bebê.

Os cremes ou pomadas de Lanolina são muito recomendados e são ideias para esse período, sem trazer prejuízos para o seu bebê, ocasionando o alívio de dor, hidratação e prevenção de rachaduras nos seios.

A dor durante a amamentação não é um processo normal. Logo, se você sente algum desconforto, é bom se atentar para evitar o desenvolvimento de fissuras ou até mesmo de mastite. Com isso é possível realizar um aleitamento materno adequado e que seja benéfico tanto para a mãe quanto para o bebê, de forma segura e sem gerar dores.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

17:50

Homeschooling: excelentes dicas de educação domiciliar para ajudar seu filho

As crianças das escolas públicas enfrentam muitos obstáculos hoje, a maior parte dos quais nunca tivemos que lidar quando éramos jovens. Uma das melhores maneiras de ajudar seus filhos a evitar essas armadilhas é educá-los em casa, e as dicas úteis neste artigo devem ajudá-lo a ser extremamente bem sucedido em seu esforço.

Homeschooling


Quando seu filho tiver uma pergunta, não responda imediatamente! Mostre-lhes como pesquisar a resposta por conta própria, para que eles possam saber como fazê-lo quando você não estiver por perto. Existem muitos sites que oferecem informações simples que crianças de qualquer idade poderiam entender, então aponte-as nessa direção.

Os pais que ensinam em casa seus filhos estão sempre à procura de novas idéias sobre como obter seus filhos interessados no trabalho. Então, por que não levá-los para fora para aprender? Por exemplo, se eles estão aprendendo biologia, levá-los para fora de casa, para identificar diferentes árvores e plantas pode ser uma ótima ideia. Isso permitirá que você realmente prenda a sua atenção.

Você assume mais do que o papel de professor


Quando você educa seu filho em casa, você assume mais do que o papel de professor. Na verdade, você também terá que ser o funcionário do refeitório, treinador de educação física e possivelmente até mesmo um conselheiro. Considere as responsabilidades que cada título carrega enquanto você planeja sua agenda diária e rotina. Prepare almoços com antecedência, agende o horário ao ar livre e se disponibilize para apoio emocional e motivação.

Estude as leis locais de Homeschooling. As leis que regulam a Homeschooling podem ser diferentes em cada país, é bom pesquisar o que seu país exige que você cumpra. Muitos têm requisitos simples, enquanto outros exigem licenças, arquivamento de papelada e aderindo a regras rigorosas. Por exemplo, alguns locais precisam que você se registre com eles como uma instituição educacional.

Entre em contato com outros estudantes de sua região. Estudar em casa pode ser um caminho solitário se você não fizer um esforço para buscar apoio.

Muitos paises agora têm cooperativas de ensino domiciliar, onde os pais em uma comunidade trabalham juntos para compartilhar recursos e oferecer ajuda. Estes são uma valiosa saída social para seu filho, que não tem as mesmas oportunidades de fazer amigos como as crianças que estudam em uma escola pública.

Homeschooling significa que você tem que ser criativo


Homeschooling significa que você tem que ser criativo. Use recursos on-line e através da literatura para aprender sobre o trabalho. Por exemplo, é fácil fazer cartões flash caseiros com cartões de índice simples e uma impressora. Envolva seus filhos no processo para promover a experiência de aprendizado.

Quando sair de férias, faça seu plano de aula. Inclua suas férias em sua sala de aula em casa para que seus filhos possam realmente desfrutar de seus estudos. Mande-os manter um álbum de recortes do evento, ou fazer um vídeo que eles se transformem em uma incrível aventura familiar mais tarde. Leve-os para locais culturais e ensine-os sobre a área, em seguida, leve-os a reencenar guerras ou situações históricas importantes. Há tanto para aprender ao redor do mundo, não deixe de passar por histórias incríveis ao redor do mundo.

Antes de começar a estudar em casa, anote seus objetivos. Por que você está escolhendo esse método de aprendizagem? Que etapas você espera passar? Quando você mapear seu caminho, você será capaz de acompanhar seu progresso mais facilmente. Quando você sabe quais são seus objetivos, você terá uma maneira de alcançá-los. Também anote os contras das escolas públicas locais como um lembrete de por que você escolheu o Homeschooling.

Se você está apenas começando com o ensino em casa, dê-lhe algum tempo para trabalhar. Não será fácil na primeira semana ou mês. Levará algum tempo para você e seus filhos se adaptarem às rotinas. Você pode ter dificuldade em fazer algumas crianças mais velhas aceitarem o novo método de escolaridade, principalmente se já estiverem na escola com seus amigos.

Procure material imprimível na internet


Procure material imprimível na internet. Há uma série de sites com informações gratuitas sobre tópicos. Você deve ser capaz de encontrar tudo, desde a prática matemática até listas de ortografia. Usá-los pode reduzir o custo de seus esforços de educação domiciliar. A única coisa que você tem que pagar é tinta de impressora!

Não há problema em usar computadores quando educar em casa seus filhos, não confie completamente neles. Como você provavelmente já sabe, computadores são muito propensos a problemas como vírus e outros problemas equivalentes. Por causa desses problemas, é importante que você continue a usar livros didáticos e outros materiais físicos também.

Se a escola pública parece estar dando problemas para a criança, então uma boa opção pode ser Homeschooling. Seu filho será muito menos estressado.

Além disso, você vai desenvolver um vínculo personalizado com seu filho. É uma ótima maneira de tirar seu filho de uma situação difícil que eles podem precisar de ajuda.

Os filhos podem ajudar a decidir se devem continuar com o Homeschooling


Na medida que seus filhos crescem eles podem ajudar a decidir se devem ou não continuar a ser ensinados em casa. Se eles pensam que eles realmente gostam de estar em uma escola regular, em seguida, deixá-los experimentá-lo por um semestre ou um ano. Certifique-se que eles entendem que estão testando por pelo menos um semestre para que você possa evitar ceder a decisões precipitadas.

Se você tem mais de um filho, saiba que nem todos têm que ser educados em casa. Enquanto um de seus filhos pode se beneficiar de aprender em casa, os outros podem se beneficiar de ir à escola. Você conhece seus filhos e o que eles precisam, então use esse conhecimento para fazer sua determinação.

Encontre um grupo para trocar os suprimentos do currículo. Suprimentos de educação em casa não são baratos. Se você pode encontrar alguém ou um grupo de pessoas para trocar suprimentos, você pode economizar muito dinheiro. Existem muitos alunos de casa e você pode se surpreender ao encontrar alguns em sua área. Se não houver nenhum grupo em sua área, crie o seu próprio. Apenas conhecendo uma ou duas outras famílias, você pode começar a crescer um grupo de tamanho agradável que pode compartilhar suprimentos.

Quando você quer que seus filhos tenham o melhor de tudo, você tem que incluir sua educação em suas estratégias. Isso significa fornecer-lhes uma experiência de escola em casa que supera o que eles obteriam na escola pública. Este artigo tem o conhecimento que você precisa para tornar isso realidade hoje.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

17:11

Cuidados necessários com as embalagens para introdução alimentar e amamentação

Já estamos cansadas de saber ou pelo menos deveríamos ter claro que o leite materno é o que há de mais completo para os bebês, pois ele tem os nutrientes que os pequenos necessitam na medida certa. 

Embalagens para introdução alimentar e amamentação

No entanto, conforme eles vão crescendo, é hora de apostar na famosa IA, ou seja, introdução alimentar.

Quando o bebê atinge os seis meses de vida, é hora de dar início a introdução alimentar. Isso se dá de maneira gradativa e tendo como primeiro alimento a ser oferecido as frutas para só depois oferecer os legumes e as verduras.

No começo, é possível que eles não demonstrem nenhum tipo de interesse, mas conforme o tempo passa e o desejo pelo alimento aumentam, a amamentação vai sendo deixada de lado.

A criança pode estranhar no começo, porque a partir de agora, ela passa a vivenciar um novo mundo, pois ela está conhecendo texturas, aromas e sabores. Pode ser que no primeiro momento, a criança rejeite, porém depois de alguns dias, o alimento deve ser oferecido novamente.

Forçar a criança a comer não é o indicado, mas as mães devem saber que conforme o tempo passa, o paladar vai mudando e a aceitação da comida vão melhorando.

No entanto, quando o bebê atinge os seis meses, boa parte das mamães que trabalham fora já voltaram a trabalhar ou estão voltando e com isso, o cotidiano passa a ficar ainda mais tumultuado, concorda?

Embalagens e a forma de descongelar a papinha


Apostar em formas de tornar a vida mais prática para que você consiga passar mais tempo com o bebê é fundamental, não é mesmo? O que muitas não sabem é que elas podem sim congelar a papinha da criança seja ela de fruta ou de legumes. No entanto, é fundamental apostar em embalagens plásticas ou embalagens descartáveis.

Depois que fizer uma boa quantidade de papinha, recorra as embalagens e vá descongelando apenas a porção individual que será usada no dia.

Mesmo usando embalagens plásticas, é fundamental congelar apenas a papinha que foi preparada de forma recente e uma papinha que já foi descongelada não deve voltar para o congelador, ok?

Para descongelar, tire a porção que será ingerida e coloque nas prateleiras da geladeira. O indicado é que seja a última, pois a comida levará em média cinco horas para que esteja completamente descongelada. Depois disso, é só aquecer e servir na temperatura ideal para o seu filho.

Na hora da pressa, as pessoas costumam descongelar direto no fogo, mas essa não é a melhor maneira. Diretamente no fogão, só pode ser feita quando o procedimento for em banho maria, pois tal ação fará com que a cor, o sabor e os nutrientes do alimento permaneçam.

O que muitas mães não sabem é o que não pode congelar mesmo usando as embalagens corretas. Por isso, o que não fica agradável para ser consumido depois de congelado é: ovo, macarrão cozinho, iogurte, banana, pera, manga, melancia, mamão e melão não devem ser congelados bem como folhas de verduras cruas.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

15:56

Quando começar a levar a criança ao dentista?

Cuidar da saúde bucal das crianças é fundamental para criar hábitos mais saudáveis, além de prevenir diversas doenças que podem se desenvolver pela falta de acompanhamento e higienização adequada.

Levar a criança ao dentista

Com isso, elas se tornarão adultos mais responsáveis com a própria higiene, com menos problemas na arcada dentária.

Contudo, como introduzir esses hábitos na rotina das crianças? Quando elas devem iniciar o acompanhamento com um profissional? Quais cuidados e ferramentas são necessários?

Essas são dúvidas comuns, principalmente para pais de primeira viagem.

Por isso, por meio deste artigo, te auxiliaremos a conhecer os cuidados necessários com a saúde bucal de crianças e recém-nascidos, explicando quando levá-las ao dentista.

Quando começar a levar a criança ao dentista?


A orientação é que o bebê seja levado ao dentista logo que os primeiros dentes começarem a nascer, o que acontece por volta dos seis meses de idade.

Essa consulta é mais voltada para a retirada de dúvidas que possam surgir, bem como ensinar aos pais a forma correta de escovar e cuidar dos novos dentinhos.

Isso porque os cuidados com os dentes necessitam de produtos e materiais específicos, principalmente pela cavidade bucal da criança ser menor e mais sensível.

Assim, o profissional conseguirá trazer as orientações mais adequadas para cada faixa etária, como pomadas para amenizar a dor ao nascer dos dentes ou até implante dental para a reposição de extrações que podem ocorrer a partir da juventude.

Quando iniciar a higiene oral das crianças?


Desde o nascimento é necessário limpar as gengivas, as bochechas e a língua do neném com gaze ou um pano úmido. Após o surgimento dos dentes, a gaze pode ser trocada por um material de silicone ou uma escova própria para crianças.

Essa etapa de limpeza deve ser feita no mínimo duas vezes ao dia, mas o mais indicado é que seja após as mamadas para evitar a proliferação de bactérias. Além disso, a escovação noturna não deve ser negligenciada.

Assim, conforme a criança for crescendo e com a rotina de escovação, é mais fácil que se habitue ao processo, melhorando a saúde bucal e evitando o surgimento de inflamações.

Mais ainda, é preciso que a necessidade da prática seja explicada conforme a criança cresce.

Isso porque, quanto mais a criança entende a importância dessas escovações, mais ela irá realizar a atividade de forma adequada e é mais provável que mantenha a rotina na vida adulta.

Assim, se houver a necessidade de um tratamento, como o aparelho ortodontico transparente ou ainda o modelo fixo tradicional - que demandam ainda mais uma escovação eficiente e cuidadosa - as novas práticas serão mais facilmente incluídas e eficientes.

Com o surgimento de praticamente todos os dentes de leite, a escovação deve ser feita 30 minutos após cada refeição, evitando o surgimento de cáries e inflamações gengivais.

Vale destacar que, como mencionado, diversos itens podem ser usados para realizar a higienização. Dentre eles estão:

  • Gaze umedecida;
  • Escova para bebês;
  • Escova extra macia (a partir dos 2 anos);
  • Creme dental com flúor (com uso intercalado);
  • Fio dental.


Qual profissional deve acompanhar a saúde bucal do bebê?


Existe um profissional específico para odontologia infantil, conhecido como odontopediatra.

Com a especialização, o profissional pode fazer orientações mais detalhadas e acompanhar a progressão da saúde das crianças.

Assim, é possível verificar aspectos relacionados à dieta, higiene, aplicação de produtos complementares e o uso adequado da mamadeira - ou a retirada desse último item.

Ele também consegue avaliar e perceber a existência de maus hábitos, como chupar o dedo, que pode trazer impactos negativos para a arcada dentária.

Apenas os dentes devem ser higienizados?


Toda a cavidade bucal deve ser devidamente higienizada e, para isso, é extremamente importante que os pais estejam atentos à escovação realizada.

O mesmo cuidado é necessário em itens que têm contato direto com a boca da criança, como a mamadeira e a chupeta.

Isso porque esses elementos também podem ser grandes geradores de cáries e doenças gengivais.

Para a devida limpeza desses itens, sabonetes neutros e pastas podem ser utilizados. Contudo, a maneira mais indicada é manter os produtos em água fervente.

Esse cuidado é essencial, pois algumas doenças podem ser desencadeadas por conta do contato da bactéria e desenvolvimento propiciado nesses ambientes, como as inflamações nas gengivas.

Quais inflamações podem ocorrer antes da existência dos dentes?


Engana-se quem acha que apenas com o surgimento dos dentes as inflamações podem ocorrer. Afinal, as gengivas são tecidos extremamente vulneráveis que, quando atingidos, podem determinar até a formação do dente das crianças.

Assim, a proliferação de bactérias e até a inflamação das gengivas podem ocorrer, demandando atendimento e tratamentos diversos.

Além disso, diversos costumes adquiridos nessa fase podem comprometer a saúde bucal no longo prazo.

Para se ter uma ideia do impacto de diversos hábitos na saúde e estrutura, pode-se destacar o uso de chupetas ou manias como chupar o dedo.

Com esses “vícios” é possível que a criança mude a formação dos dentes, como o alinhamento e, às vezes, dependendo de qual hábito, gerar manchas.

Mais ainda, pode contribuir com o surgimento da gengivite, uma inflamação no tecido gengival que traz desconforto, dor, sangramentos e mau hálito

Já com as boas práticas constantes e o acompanhamento profissional, há apenas a manutenção da cavidade oral ou - quando em fase adulta - a aplicação de procedimentos estéticos.

No segundo cenário, destacam-se o alinhamento dental e processos de clareamento, como o uso de aparelho e até a colocação de lente de contato dental.

Contudo, a criança deve receber a orientação médica para a realização dos procedimentos. Inclusive, no caso do clareamento e da lente, há a necessidade de já ter atingido idades específicas.


Quais cuidados devo ter na formação dos dentes do bebê?


Evitar o uso excessivo da mamadeira e das chupetas são ações essenciais, pois impactam no posicionamento bucal e na mordida da criança.

Além disso, crianças podem acabar afundando o céu da boca pelo uso frequente da chupeta e dos dedos. Nesses casos os dentes nascem tortos, necessitando de procedimentos ortodônticos como a colocação de aparelhos móveis e fixos.

Já quando o tratamento é feito na juventude, recorrer a colocação de um aparelho dental transparente pode ser uma escolha interessante, pois reduz o impacto visual que o modelo tradicional pode trazer.

Retomando os cuidados e hábitos, o profissional odontopediatra é o profissional indicado para auxiliar nas orientações e dicas para a redução e eliminação desses vícios, fazendo com que a criança aos poucos se desfaça dessas ferramentas.

O ideal é que os itens sejam evitados desde os primeiros, mas em caso de haver o uso, esse desapego deve ser reforçado desde o primeiro ano de vida para preservar a saúde bucal.

Seguindo essas dicas é possível prevenir o surgimento de inflamações e bactérias, mantendo a saúde do seu filho adequada durante a primeira infância, além de incentivar hábitos mais saudáveis.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe da Vue Odonto, uma rede especializada em atendimento odontológico com enfoque na humanização.

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

18:31

10 Dicas para diminuir os riscos de acidentes domésticos com crianças.

Nossa casa é o lugar que nos sentimos mais seguros, mas isso não quer dizer que para as crianças também é um lugar seguro, principalmente por seu hábito de explorar novas experiências. 

Diminuir os riscos de acidentes domésticos

Para tornar os ambientes seguros para todos é necessário realizar algumas das adaptações citadas abaixo.

1 - Redes de proteção


A rede de proteção é praticamente um item básico em uma casa com crianças, elas evitam que ocorram acidentes com queda de janelas e sacadas, é um item que deve ser utilizado principalmente em apartamentos e sobrados.

2 - Retire móveis próximo a janela


Toda criança tem a curiosidade de olhar pela janela e ela fará de tudo para isso, mesmo com a rede de proteção acidentes podem acontecer. Se a criança vê um móvel próximo à janela uma das opções dela será escalar esse móvel e nessa “aventura” os objetos acima podem acabar caindo ou até mesmo o próprio móvel.


3 - Evite as quinas dos móveis


Aproveitando que você já retirou os móveis próximo das janelas agora só falta retirar as quinas e para isso existem protetores feitos de silicones que diminuem os efeitos de uma possível batida, esses protetores podem ser achados até mesmo em supermercados.

4 - Cuidados com as tomadas


As tomadas normalmente ficam a uma altura no alcance das crianças e por pura inocência e curiosidade elas acabam colocando a mão, o que pode ocasionar em choque elétrico, para evitar esse acidente coloque protetores de tomadas, também é possível encontrar eles nos supermercados, assim como os das quinas dos móveis.

5 - Mantenha medicamentos e produtos químicos longes


Esses tipos de produtos devem ser guardados em prateleiras altas fora do alcance das crianças ou se possível em algum armário trancado com chave ou trava, também é indicado que converse com as crianças sobre o risco de brincar ali. Lembre-se de nunca utilizar embalagens de alimentos para armazenar esses tipos de produtos. 

6 - Cuidados na Cozinha


Seguindo o item 4, os objetos cortantes como facas, devem ficar em locais altos ou fechados com trava ou chave. Outro tipo de cuidado que deve ser tomado é com a panela no fogão, ela sempre deve ser posicionada com o cabo para o lado de dentro para evitar que a criança puxe a panela.

7 - Bloqueie o acesso para piscina


A piscina para os pequenos é sempre muito atrativa, independente do horário. Portanto é necessário que casas com piscina tenham acesso bloqueado para que eles não entrem sem a supervisão de um responsável, se preferir também é possível fechar a piscina com redes, tampas e capas específicas para segurança. 

 
8 - Cuidados com tapetes


Alguns tapetes escorregam nos pisos, isso pode causar um acidente não apenas com as crianças mas como todos os moradores da casa. Existem diversas opções para evitar esse tipo de acidente como colantes, líquidos e tapetes antiderrapantes.

9 - Bloqueie a escada


Escadas são perigosas principalmente para bebês, é possível bloquear o acesso a elas com portões específicos, para corrimões abertos e indicado a utilização de redes de proteção e o piso da escada deve ser antiderrapante.

10 - Ferro de passar roupas


Queimaduras em crianças é um dos acidentes que mais acontecem em casa, uma dica para evitar esse tipo de acidente é deixar o ferro de passar longe do alcance delas, principalmente durante e após seu uso.

Os acidentes são imprevisíveis, principalmente com crianças, mas como agora você já conhece algumas dicas de como evitá-los, certamente as chances de acontecerem irão diminuir bastante.

Você já sabe como preparar a sua casa para as crianças, talvez agora esteja na hora de procurar por alguma imobiliária em Santos para encontrar o lar ideal.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

18:01

Saiba como cuidar da higiene bucal dos bebês

Ter uma boa higiene bucal é crucial para manter o bom funcionamento de todo nosso organismo, principalmente quando relacionada à imunidade e ao sistema digestivo.

Higiene bucal do bebe

Desde crianças somos familiarizados a escovar os dentes e o porquê essa ação deve ser realizada.

Mas, para isso, é essencial que saibamos realmente como cuidar da higiene bucal das crianças e formas de criar esse hábito de forma correta e tranquila, afinal, é preciso que seja feito com cuidado.

Neste artigo falaremos sobre isso e daremos dicas de como realizar a tarefa da higienização em bebês.

Limpe as gengivas


Os bebês e recém-nascidos não possuem dentes ainda. Por isso, é essencial que a limpeza seja realizada de acordo com as recomendações feitas por um profissional da área da saúde.

Na prática, a orientação é que seja feita com uma fralda limpa e levemente umedecida. Para isso, os responsáveis devem passar suavemente o tecido na área das gengivas com o dedo indicador, desde a parte interna da bochecha até a língua.

Realizando essa tarefa, além de garantir que a criança não fique com acúmulo de leite na boca, é possível evitar possíveis inflamações gengivais que podem influenciar no crescimento dos dentes.

Mesmo que seja leite materno ou de fórmula, o leite possui açúcar ou algumas gorduras que podem contribuir para o aparecimento de cárie.

Assim como os adultos, a higienização deve ser realizada assim que a criança se alimentar, após 30 minutos, dando ainda mais atenção à higienização noturna.

Compre os produtos adequados


Se você já possui visitas frequentes ao dentista durante a gestação, uma boa alternativa é pedir orientações sobre os produtos de higiene que devem ser comprados para sua criança. 

Dessa maneira, você poderá escolher uma escova adequada, menor, e realizar uma escovação que tenha eficiência.

De um modo geral, elas devem possuir um tamanho muito menor do que o normal e cerdas extremamente macias, dessa forma não irão danificar o esmalte dentário nem a boca da criança, além de alcançarem todos os lugares da boca.

O cabo também deve ser menor e possuir uma cobertura emborrachada para que a criança tenha mais facilidade ao manuseá-lo.

Além disso, quando pequenos, a quantidade de flúor deve ser menor do que o normal, podendo ser utilizada no máximo duas vezes ao mês.

Independentemente da pasta ser com flor ou não, a quantidade ideal de creme dental é do tamanho de um caroço de pipoca, sendo o suficiente para que a escovação seja realizada de maneira eficiente - diferente do que ocorre com os adultos, seja em implante dentario ou na dentição tradicional.

Faça uso do fio dental


É muito comum que, quando adultos, algumas pessoas tenham dificuldade de introduzir o fio dental na rotina. Mas essa atividade deve ser reforçada desde a infância e é imprescindível.

Dessa maneira, quando chegar a vida adulta, o seu filho já estará acostumado a utilizar o fio dental, evitando inflamações como gengivite.

O fio dental é o único que consegue alcançar os espaços entre os dentes, local em que é muito comum ocorrer o acúmulo de tártaro, que contribui para inflamações e o amarelamento.

Já para os casos estéticos, bem como nos quais já houve o amarelamento, quando adultos é possível recorrer a outros procedimentos e tratamentos, como o clareamento dental preço - de modo a otimizar a manutenção dos dentes “brilhantes”.

Contudo, apesar de ser muito importante auxiliar a criança nesse processo de desenvolvimento da higienização, é preciso que em algum momento ela se torne responsável pela tarefa, realizando-a de forma adequada.

Para isso, é importante acrescentar alguns passos no seu cotidiano, sendo eles:

1- Dê independência para a criança


A partir dos quatro anos é importante deixar que a criança escove os dentes sozinha, para assumir essa responsabilidade/hábito.

Além disso, a ação permitirá a validação da higiene e processos, fazendo com que os pequenos tenham os dentes limpos e aprendam realmente como fazer a escovação.

Tendo uma boa escovação desde jovens, quando chegarem à adolescência e tiverem a necessidade de utilizar um aparelho ortodôntico transparente, dificilmente as cáries e inflamações atrapalham o tratamento.

2- Estimule a escovação


Canções sobre escovação, escovas de dentes de personagens, ou até pastas de dentes personalizadas podem ser grandes estímulos para que essa atividade se torne mais descontraída para o seu filho. 

Dessa forma, ele verá desse momento uma diversão e não uma obrigação, podendo aumentar significamente a frequência a qual ele escova os dentes.

Mais ainda, é importante reforçar que a escovação é importante em todas as fases da vida.

Por exemplo, as pessoas que realizam a aplicação de uma lente de contato dental demandam atenção à escovação, mesmo que a película diminua a incidência de alguns problemas.

Do mesmo modo, quem utiliza aparelho - seja móvel ou fixo - demanda mais atenção no momento da escovação, cuidando do material e garantindo uma higienização mais eficiente.

3- Visite um dentista regularmente


Quando somos mais novos as nossas inspirações são os nossos pais e vê-los frequentar o dentista cria esse costume, evitando possíveis traumas, como medo ou insegurança ao ir à uma consulta.

Sendo assim, desde criança tenha o hábito de levar o seu filho ao dentista para fazer as próprias avaliações ou para te acompanhar.

Somente dessa forma a criança entenderá que cuidar dos dentes é uma tarefa essencial para a saúde e bem-estar e, geralmente, indolor.

Seguindo essas dicas, você conseguirá realizar uma escovação muito mais efetiva, criando um hábito saudável na vida do seu filho.

Contudo, não se esqueça que a orientação e avaliação de um cirurgião dentista é imprescindível para garantir que o trabalho seja constante e realizado de forma adequada.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe da Vue Odonto, uma rede especializada em atendimento odontológico com foco no atendimento humanizado.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

13:51

O que é o pré-natal odontológico?

Durante a gravidez, o pré-natal é um dos requisitos mais importantes para a gestante. Isso porque é por meio deste acompanhamento que a mamãe consegue ter todo o respaldo. Mas você sabia que também existe um pré-natal odontológico?

Essa é uma maneira de cuidar da saúde bucal de mulheres que estão prestes a ter um(a) filho(a). Afinal, o período gestacional pode fazer com que a cavidade bucal da mulher esteja mais suscetível à algumas doenças. 

pré-natal odontológico



Pensando nisso, criamos este artigo para te ajudar a entender um pouco do que se trata e também, dar algumas dicas de como garantir que esse período de 9 meses seja tranquilo para você e para o bebê! 

Afinal, como funciona o pré-natal odontológico?


Basicamente, o pré-natal odontológico é o acompanhamento de um dentista especializado na saúde bucal de gestantes no período de gravidez.

Esse cuidado é essencial para que não haja complicações de doenças já existentes e até mesmo, prevenir o aparecimento de outras novas.

Ter um profissional à sua disposição é importante pois é por meio dessas consultas periódicas que será possível entender qual o melhor momento para fazer alguns procedimentos cirúrgicos como a extracao de dente.

Afinal, cada gestação é única e é preciso ter todo um cuidado para atender as necessidades do feto e também, da gestante. 

Qual a importância?


Da mesma maneira que um obstetra é um profissional que precisa ser visitado com regularidade durante toda a gestação para saber como está o desenvolvimento do bebê, é preciso se consultar com um dentista.

Isso porque estudos apontam que doenças bucais podem afetar diretamente na saúde do bebê e chegando até mesmo a causar partos prematuros.

Portanto, ao invés de apenas pensar em um consultório odontológico quando precisar pesquisar procedimentos de emergência como “restauracao de dente quanto custa”, invista no pré-natal odontológico.

Desse modo, será possível ter uma gravidez tranquila e saudável. 

Qual a frequência que eu devo ir ao dentista no pré-natal odontológico?


Ao contrário de uma consulta de rotina de uma pessoa não grávida que visita o consultório a cada 6 meses ou só em casos como orçamento para saber “tratamento de canal preco”, o ideal é visitar o odontologista pelo menos 3 vezes durante todo o período de gestação.

É bom realizar uma consulta logo no início, outra no meio da gestação e a última próximo ao parto.

Dessa maneira, é possível garantir que a saúde da mãe e da criança foi monitorada a todo instante.

O que acontece em uma consulta odontológica com mulheres grávidas?


De modo geral, todas as consultas até o nascimento do bebê servem para que a gestante receba todas as principais orientações de como cuidar de sua higiene bucal.

Geralmente, na primeira avaliação, o profissional faz uma vistoria completa de toda a cavidade bucal e tira todas as dúvidas da paciente.

É neste momento que as mamães podem descobrir se estão liberadas para fazer um determinado procedimento como o clareamento dental e também, falar sobre todos os incômodos presentes.

Durante todo o acompanhamento, o dentista dá dicas de escovação, truques para que os vômitos prejudiquem menos os dentes e até mesmo, sobre como higienizar a boca do bebê nos primeiros meses de vida.

Afinal, mesmo antes do surgimento dos dentes, é preciso cuidar - e muito, da gengiva da criança para que os dentes permanentes nasçam fortes e saudáveis.

Outro ponto muito importante a ser discutido são os problemas causados por itens como chupetas e mamadeiras. 

Os problemas bucais potencializados na gravidez


Durante toda a gravidez, um dos problemas mais comuns é a gengivite.

Isso porque gestantes costumam ter a gengiva mais sensível devido a alteração hormonal e caso não seja feita uma higienização correta, os restos de alimentos podem acabar se calcificando e assim, é criada a placa bacteriana.

A partir disso, essa placa pode se agravar e causar sintomas como:

  • Inchaço gengival;
  • Sangramento durante a escovação;
  • Gengiva vermelha;
  • Abcessos na cavidade bucal.

Geralmente, neste estágio a doença deixou de ser uma gengivite e se tornou uma periodontite, uma inflamação mais grave e que pode fazer com que as bactérias cheguem a placenta por meio da corrente sanguínea.

Ao chegar na placenta e no cordão umbilical, essas bactérias podem gerar problemas respiratórios no bebê, diminuição de peso do feto e até mesmo, o parto prematuro.

Considerações finais


Agora que você já sabe qual a importância do pré-natal odontológico, comece agora mesmo a se programar para fazer um acompanhamento com um odontologista.

Caso você não tenha um plano dentário, não se preocupe. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece consultas gratuitas com dentistas qualificados e especializados em gestação.

Dessa maneira, você estará investindo em sua saúde e também, na de seu filho antes e após o parto.

Conteúdo produzido por Mayara Santos, redatora na empresa Clínica Ideal.

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

18:09

Passo a passo para cuidar da saúde bucal dos bebês

A saúde bucal dos bebês é um dos fatores que mais preocupam os pais nos primeiros anos de vida da criança. Afinal, manter uma higienização correta para cada estágio de desenvolvimento é um processo que envolve muitos cuidados. 

Saúde bucal dos bebês

Desde a alimentação até a escovação correta, diversos aspectos influenciam para que problemas na dentição e complicações na cavidade bucal não sejam ocasionados.

Mas, qual a hora certa de começar a levar um bebê ao dentista? Quais os cuidados que os pais devem ter desde cedo?

Existem uma série de orientações em relação aos primeiros cuidados em relação à saúde bucal dos bebês. Continue lendo este conteúdo para saber mais! 

Primeira visita ao dentista


O aconselhado por profissionais da Odontologia é que a primeira visita ao dentista infantil seja feita a partir da aparição dos primeiros dentinhos. Normalmente, esse processo ocorre entre os 4 e 9 meses de idade, podendo variar para cada criança.

Dessa forma, os pais podem tirar todas as dúvidas relacionadas a higienização bucal dos bebês.

Em todas as idades, o indicado é realizar visitas periódicas ao dentista, assim, é possível evitar problemas bucais e, caso já existam, tratá-los o quanto antes.

Contratar um convenio odontologico pode facilitar a manter essa frequência para que a saúde bucal do bebê esteja sempre preservada e em ordem.

Além do mais, certas aparições de problemas bucais podem ser silenciosas, agravando-se com o tempo. Visto isso, o ideal é manter a regularidade das consultas ao dentista, o que pode ser garantido pelo plano.

Hoje, existe uma diversidade de coberturas de convenios odontologicos com os mais variados preços, capazes de atender às suas necessidades e a da sua família da melhor maneira possível.

Para isso, no entanto, é preciso pesquisar por aquelas que melhor atendam suas necessidades, orçamento e expectativa.

Dicas de higienização


Mesmo antes da aparição dos dentes é essencial realizar limpezas após as refeições. O aconselhado pelos profissionais da Odontologia é utilizar uma gaze levemente umedecida para limpar toda a região das gengivas, a parte interna da boca e a língua.

Essa limpeza é fundamental porque o leite possui açúcares que podem causar malefícios para a saúde bucal dos bebês.

Após a aparição dos dentinhos, a escovação já se torna necessária, bem como a realização de uma consulta com o plano odontologico ou em clínicas.

Manter a higienização correta é possível ao seguir os seguintes passos:

  1. Utilize uma escova de dentes própria para bebês;
  2. Na escova, coloque uma quantidade pequena de creme dental;
  3. Utilize o creme dental com flúor;
  4. A escovação deve ser feita com movimentos leves;
  5. Fique atento ao passar a escova em todos os lados dos dentes do bebê;
  6. Não esqueça de utilizar o fio dental;
  7. Escove bem a região da língua;
  8. Estimule a higienização bucal escovando os dentes em frente ao bebê.

Cabe ressaltar alguns detalhes referentes aos tópicos da lista, como a escova de dentes utilizada que precisa ter a cabeça pequena e cerdas macias para garantir a eficácia e o conforto durante a escovação.

Já sobre o uso do flúor, o produto deve conter a quantidade adequada para a idade do bebê, para que a saúde do dente e da criança sejam garantidos.

Por fim, o fio dental auxilia na retirada de resíduos alimentares que a escova não alcançou. Assim, é importante começar a aplicação do fio desde cedo, dessa forma, a criança irá se acostumar com o processo de limpeza, tornando-o mais fácil.

Busque produtos adequados


Como citamos brevemente, existem alguns produtos adequados para realizar a higienização bucal em bebês e crianças da maneira correta, como a escova e a pasta.

No entanto, não deixe de pedir a recomendação ao dentista do seu convenio dental para saber quais são os itens de higiene pessoal mais indicados para os pequenos!

Dessa forma, você garante a eficiência em todo o processo de escovação.
Cuidados com a alimentação

Bebês e crianças são mais suscetíveis a infecções causadas por cáries, placas bacterianas e inflamações na gengiva. Dessa forma, existem alguns cuidados extras com a alimentação que podem auxiliar na saúde bucal.

Desde cedo, é necessário introduzir uma alimentação saudável e balanceada. Alimentos como frutas em geral, vegetais, pães integrais, nozes e legumes influenciam de forma positiva na saúde bucal dos bebês.

Isso acontece pois estes alimentos exigem um maior tempo de mastigação, promovendo a melhora da lubrificação da mucosa bucal e o equilíbrio do PH da boca.

Além disso, é importante evitar alimentos industrializados. Esses contém quantidades excessivas de açúcar e corantes e podem influenciar no surgimento de cáries infantis. 

Considerações finais


Cuidar da saúde bucal desde cedo é primordial para o bem-estar e qualidade de vida de qualquer pessoa. Por mais que não pareça uma tarefa fácil, é essencial o acompanhamento dos pais em todo o processo.

Mostrar a importância da higienização constante faz com que as crianças aprendam sobre o processo e o realizem de forma correta.

Assim, é possível auxiliar na prevenção de problemas desde cedo, além de incentivar os pequenos a manterem os cuidados diários com a saúde bucal.

Conteúdo produzido por Victoria Mechenas, assessora e redatora na empresa Ideal Odonto
14:46

Saúde bucal infantil, 4 dicas de como criar hábitos saudáveis na infância

Quando somos crianças necessitamos diretamente dos nossos pais para conseguirmos uma boa prática de saúde bucal. Justamente por isso é importante que os responsáveis saibam como criar e inserir hábitos saudáveis na rotina dos seus filhos. 

Saúde bucal infantil

Até mesmo a alimentação pode influenciar no crescimento e força do corpo e dentes das crianças, trazendo resultados para toda a vida.

Por esse motivo, neste artigo daremos quatro dicas de como criar hábitos saudáveis na infância.

1- Tenha uma boa higiene bucal


Desde crianças somos ensinados e familiarizados com o ato de escovar os dentes e, mesmo quando não conseguimos realizar sozinhos, os nossos pais faziam por nós.

Com o passar dos anos, já temos mais facilidade e autonomia para realizar essa atividade sem ajuda. Mesmo assim é importante que os pais estejam sempre de olho na maneira que a escovação tem sido realizada, de modo a garantir a escovação adequada.

A orientação é que a escova e a pasta de dente passem por todos os dentes em movimento circulares.

Após a escovação também é importante passar o fio dental para retirar os resíduos de comida entre os dentes; além de utilizar o enxaguante bucal, realizando um bochecho por um minuto.

Também é importante reforçar que, para que uma boa higienização bucal seja realizada, a escova correta deve ser escolhida.

Opte sempre por escovas com cerdas mais macias e com cabeças menores, para não machucar a boca dos pequenos.

Já para tornar o momento mais descontraído e cativar as crianças, existem escovas de personagens em quadrinhos para motivá-los a escovar os dentes.

A pasta de dentes também tem que ser muito bem escolhida, e a partir dos seis anos de idade as crianças já podem utilizar pasta de dente com flúor.

É importante estar atento durante toda a escovação para que as crianças não forcem demais a ponto de ferir as gengivas, ou se esforcem de menos a ponto de escovar os dentes de maneira falha.

2- Tenha uma boa alimentação


Doces e guloseimas são os principais vilões da saúde bucal, isso porque os doces possuem grande quantidade de açúcar, o que aumenta as possibilidades de cárie.

A cárie, além de gerar o mau hálito, pode ocasionar dores nos dentes e, com o passar do tempo, o pode até fazê-lo cair.

Por isso é imprescindível tomar medidas de prevenção, cuidando adequadamente da saúde dental.

Para solucionar esse problema, após a queda do dente, o mais indicado é recorrer ao uso de um implante dental para reparar os danos causados pela bactéria.

Para isso, é essencial contar com um profissional especializado, de modo a garantir a funcionalidade do implante.

Para a prevenção, aposte em verduras e legumes, pois eles são grandes aliados da saúde bucal para fortalecer o esmalte dos dentes.

Cenoura, batata, espinafre, beterraba e pepino possuem grandes vitaminas, além de ferro e zinco e são capazes de fortalecer toda a estrutura dos dentes.

Dessa maneira, fica muito mais difícil que infecções ou doenças atinjam a boca e os dentes.

Sabemos que crianças gostam de doces e não necessariamente ele deve ser extinto da vida da criança, mas é necessário realizar um bom controle para que o consumo não seja excessivo.

Procure trocar comidas adocicadas de maneira industrial por frutas como maçã, banana ou manga, que são mais saudáveis e ajudam na saúde do organismo.

Além disso, o morango possui uma grande capacidade de clarear os dentes, auxiliando no aspecto “branquinho” tão almejado por todos.

Vale destacar que para ampliar esse resultado, além dos alimentos que clareiam naturalmente, é possível recorrer aos procedimentos estéticos como o clareamento consultorio.

3- Realize visitas frequentes ao dentista


Neste momento de pandemia, visitas aos dentistas ficaram mais difíceis de serem realizadas, mas elas não devem ser anuladas - principalmente para as crianças.

Quando crianças possuímos medo do desconhecido, são justamente esses casos que fazem com que os pequenos tenham medo de ir ao dentista, por conta da dor ou dos sons dos procedimentos.

Porém, quando temos o costume de ir ao dentista desde criança, ou vemos nossos pais irem ao dentista acabamos nos desvinculando deste medo.

Em casos mais específicos, em que os pais já repararam que a criança desencadeou algum trauma, é importante conversar com o dentista para que a consulta seja realizada de maneira descontraída.

Buscar um odontologista voltado para o atendimento infantil pode auxiliar nesse ponto. Somente dessa forma a criança se sentirá confortável em uma clínica odontológica.

Por menor que seja o procedimento que irá realizar, se você puder levar o seu filho na consulta demonstrará a importância da prática e que não há riscos em realizar as consultas, criando esse hábito para a criança.

Assim, na fase adulta, ela conseguirá fazer desde um tratamento com a colocação de lente de contato dente até uma profilaxia com o “temido motorzinho”, aprimorando o cuidado e estética dos dentes.

4- Realize a escovação após cada refeição


O hábito de escovação deve ser intensificado desde a infância, pois com o passar dos anos ela se torna uma ação mais prática.

Justamente por isso, é importante realizar a escovação após cada refeição desde a infância.

Dessa forma, cáries, tártaro, gengivite e periodontite dificilmente ocorrerão.

Mesmo com todos os cuidados, podem ocorrer imprevistos. Assim, caso alguma dessas inflamações venha a acontecer futuramente, não se preocupe, o principal é recorrer a um especialista para tratar da melhor forma a inflamação.

Por exemplo, atualmente já é possível colocar prótese sobre implante dentário de forma mais prática, o que pode ser uma grande solução para sua arcada dentária.

Seguindo todas essas dicas você conseguirá ter uma saúde bucal excelente, além de evitar grandes problemas no futuro, como dores ou incômodos ao sorrir.

Não se esqueça que o seu sorriso é o seu cartão de visitas e sorrir é extremamente importante para manter uma vida saudável e o bem-estar.

Conteúdo produzido por Dayane Goes, redatora da empresa Vue Odonto.

domingo, 15 de novembro de 2020

22:20

Dicas para mulheres vestirem para trabalhar no escritório

A mulher trabalhadora do novo milênio deve encontrar uma maneira de superar seus pares masculinos e femininos em outras empresas, mas também dentro de seu próprio local de trabalho, porque o mundo do trabalho está mais competitivo do que nunca. 

Roupas

Conhecimento, habilidade e habilidade para sutileza política corporativa são fundamentais, mas a imagem e a aparência de uma pessoa também continuam a serem fatores-chave para a ascensão no mundo corporativo.

Ela deve ser estudada e acima de tudo saber como se comportar e se portar num ambiente profissional, especialmente em escritórios de pequenas, médias e grandes empresas.

As primeiras impressões podem ser permanentes


As primeiras impressões podem ser permanentes; portanto, é importante que sejam favoráveis. A roupa de um indivíduo, não interessa o sexo, é a circunstância a partir da qual você primeiro forma sua opinião sobre ele.

É ainda mais proeminente do que maneira. Na verdade, é a única coisa que se observa em um encontro casual, ou durante a primeira entrevista. Portanto, deve ser o primeiro cuidado e não deve ser ignorado após a contratação.

Mas vestir-se para o escritório não significa deixar seu estilo pessoal para trás. Experimente e descubra quais dos seus estilos pessoais estão em sincronia com a aparência profissional e quais podem ser o assassino da sua carreira.

Vestir-se para o trabalho é projetar uma imagem profissional e competente, sem considerar sua designação ou área. Os estilos, cores, comprimentos e caimento de suas escolhas de moda falam muito sobre sua capacidade de fazer seu trabalho.

Em geral, quanto mais distração uma peça de roupa ou joia, menos apropriada é para uso em escritório. O que estilo é para nossos pensamentos, o vestuário é para nossas pessoas.

As cores para os tecidos das roupas podem incluir vermelho, marinho, cinza e preto. Cores lúcidas, na sua maioria são cores neutras. A maioria dessas cores estará disponível em muitas formas, como terninhos, saias, blazer e etc.

Além disso, você pode ter algumas cores femininas como azul gelo, lilás e rosa suave. Não experimente estampas e cores selvagens que fazem você parecer estranha no escritório, especialmente algumas cores fluorescentes.

A sobriedade deve imperar ao montar o look


A sobriedade deve imperar ao montar o look mesmo que seja para momentos do dia a dia no trabalho.

Outra dica importante é que seu vestido ou qualquer vestuário que escolha deve sempre ser consistente com sua idade e seu exterior natural. O que parece estranho, para um homem, será agradável para outro.

Como o sucesso a esse respeito depende quase inteiramente de circunstâncias particulares e peculiaridades pessoais, é impossível dar orientações gerais de muita importância.

Podemos apenas apontar o campo de estudo e pesquisa; pertence ao gênio e à indústria de cada um deduzir os resultados. Você pode se sentir totalmente desprovida de beleza, mas tenha certeza de que há algum estilo de vestimenta que a tornará aceitável.

Um vestido preto é o melhor companheiro para uma mulher que vai ao escritório. Ele se encaixa em qualquer ocasião, um dia normal de trabalho ou uma reunião de alto nível.

Pode ser uma declaração de moda, mas muito profissional, e é amplamente aceita em diferentes campos. Vestidos pretos, até o joelho, são perfeitos.

Em ambientes profissionais é recomendado adequar à cultura da empresa


Lembre-se que no ambiente profissional, suas produções devem se adequar à cultura da empresa. Então, em locais formais como escritórios de advocacia, opte por roupas como camisas de botões, sociais de mangas compridas, calças com corte reto, sapatos fechados e acessórios discretos.

Esse é apenas um exemplo. Existem vários tipos de escritórios nas diversas áreas do mercado e você deverá se adequar a eles.

Não opte por joias pesadas, elas irritam muito, fazem barulho e distraem os outros. Experimente e cole joias pequenas, mas ainda bonitas.

Pulseiras, brincos e penduricalhos têm de se manter distantes do seu trabalho, assim como sapatos que façam barulho, pois podem interferir na concentração de outros funcionários, causando certo desconforto.

Aliás, barulhos em escritórios causam irritações, então seja sensata caso tenha que utilizar aparelhos celulares durante o expediente, configure o aparelho para o modo silencioso, tal como por fones de ouvido.

Da mesma forma com suas bolsas, escolha uma bolsa que melhor atenda ao seu propósito, não opte por uma cor realmente brilhante, mas sim o básico. Existem centenas de sites internet a fora com dicas sobre como combinar bolsas e vestuário. Corra para aprender.

E não esqueça o perfume agradável, suave e nada daquele “perfume chiclete” e enjoativo. Saber como usar perfume é essencial e você não pode ficar sem esse conhecimento.

Aprenda e complemente o teu vestuário com um belo e delicioso perfume poderoso e marcante. O objetivo é estar envolvente, poderosa e cheia de energia para a reunião do novo projeto, para o almoço com a equipe, para o feedback com a chefia e não apenas chamar a atenção.

Concluindo, não tente ser muito sexy, muito casual ou muito desleixado, apenas tente parecer profissional. Experimente e observe o que a chefe usa e isso lhe dará uma ideia do que vestir em seu escritório.

sábado, 14 de novembro de 2020

19:12

Realizando o crescimento do cabelo com a inversão capilar

Quase toda mulher deseja um crescimento do cabelo rápido em algum momento de sua vida. 

Crescimento do cabelo

Capilares invaginados podem ser um bom método caseiro para estimular esse crescimento.

Você já ouviu falar de inversão capilar?

A tecnologia utilizada por quem busca métodos simples e feitos por você mesmo para realizar seus sonhos.

O processo baseia-se na estimulação do sangue do couro cabeludo e na ativação do crescimento do cabelo massageando as raízes com óleo vegetal e cabeça para baixo.

O ideal é que você repita por 7 dias consecutivos e depois espere 1 mês para retomar o tratamento.

Abaixo, ensinamos como fazer e todos os produtos que devem ser usados ​​no processo.

Passo a passo do procedimento

Passo a passo do procedimento

  • Escolha óleos vegetais que podem estimular o crescimento do cabelo, como óleo de rícino, óleo de coco, óleo de jojoba ou óleo de alecrim; 
  • Aqueça o óleo em banho-maria ou forno de micro-ondas;
  • Use óleo quente e comece a inverter o tempo. Seu cabelo pode estar limpo ou sujo;
  • Cabeça baixa. Você pode ficar de pé ou sentar-se.
  • Pegue o óleo com os dedos, esfregue-o no couro cabeludo e massageie em movimentos circulares. Isso leva de 4 a 5 minutos.
  • Levante a cabeça com cuidado;
  • Deixe o óleo agir na raiz do cabelo por 3 horas.
  • Por fim, lave o cabelo com shampoo e condicionador como de costume. Certifique-se de que todos os resíduos no produto de fio foram removidos.

Mas será que funciona mesmo?

Dúvida

As expectativas de crescimento do cabelo devem ser medidas. 

Existe um mito de que o cabelo pode crescer até cerca de 2 cm, mas muitos especialistas discordam e alertam que essa técnica pode estimular até 0,5 cm por mês.

Também é importante observar que cada organismo tem um modo de ação diferente.

Quem deve evitar fazer a inversão capilar? 

Inversão capilar

Pessoas com labirintite, pressão alta e problemas nas articulações e na coluna não podem realizar a inversão capilar. 

Não recomendado para mulheres grávidas.

A hipotensão de algumas pessoas pode agravar a condição, portanto, tenha muito cuidado e pense bem antes da operação.

Produtos a serem utilizados

Produtos

O shampoo sem sal, sua fórmula é rica em biotina, pode limpar e hidratar os fios, fortalecer os fios e promover o crescimento. 

A dica é usar também um condicionador.

Para complementar o efeito do shampoo, recomendamos que você penteie o creme para ajudar a reduzir o frizz e alisar a epiderme, além de pentear o cabelo sem enxaguar.
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